Rafael Cassio

Mercado imobiliário em SC: tendências para o segundo semestre de 2026

Se você está acompanhando o mercado imobiliário SC 2026 tendências, já deve ter percebido que o litoral norte de Santa Catarina virou um capítulo à parte nessa história. Eu trabalho nessa região há anos, atendendo compradores em Piçarras, Barra Velha, Penha e Gaspar, e posso te dizer com toda a convicção: o que está acontecendo no segundo semestre de 2026 não tem comparação com nenhum outro período que eu vi por aqui.

Não estou falando de achismo.

Estou falando de dados reais, de imóveis que acompanho dia a dia aqui na imobiliária, de conversas com compradores, investidores e construtoras. Vamos lá?

 

O que o mercado imobiliário SC 2026 está mostrando na prática

O litoral norte de Santa Catarina chegou a R$ 13,47 bilhões em VGV projetado para 2025, e 2026 está seguindo essa toada. Hoje o litoral norte é a 5ª maior força imobiliária do Brasil.

Não a 5ª de SC. Do Brasil inteiro.

Quando eu mostro esse número para clientes que ainda estão com o dinheiro parado em renda fixa, a reação é sempre a mesma: “por que eu não vim antes?” A resposta honesta é que a janela ainda está aberta, mas ela não é infinita.

A Selic a 14,75% em março de 2026 assusta quem financia, mas também está freando parte dos compradores especulativos.

Isso cria um cenário interessante: menos disputa por unidade, o que ainda dá margem de negociação em alguns empreendimentos. Aproveitar esse momento é uma decisão que vai depender muito do seu perfil.

“O litoral norte de SC não é mais destino de verão. É destino de moradia permanente, de segunda residência qualificada e de investimento com liquidez real.

Essa mudança já aconteceu, e os preços começam a refletir isso com mais velocidade a partir do segundo semestre.”

 

Piçarras: o que os números revelam sobre o segundo semestre

Aqui no nosso site rafaelcassio.com.br, a gente trabalha com mais de 200 apartamentos em Balneário Piçarras. O valor mediano dos imóveis na cidade hoje está em torno de R$ 1,6 milhão, com uma faixa que vai de R$ 499 mil até R$ 10 milhões.

O preço médio por metro quadrado privativo está em R$ 11.378. Olha só que bacana: esse número ainda é consideravelmente menor do que em Balneário Camboriú, que já passou dos R$ 20 mil o m² em alguns bairros. Piçarras está num ponto de inflexão, onde o preço já reflete qualidade mas ainda não chegou ao teto.

Se você quer entender a composição por dormitórios, é bem clara:

  • 2 dormitórios: de R$ 499 mil a R$ 1,7 milhão, 50 imóveis disponíveis
  • 3 dormitórios: de R$ 715 mil a R$ 3,3 milhões, 134 imóveis, o segmento mais ativo
  • 4 dormitórios: de R$ 1,2 milhão a R$ 7,1 milhões, 14 imóveis, alto padrão consolidado
  • 5 dormitórios: de R$ 5,9 milhões a R$ 10 milhões, 2 imóveis, topo de mercado

O segmento de 3 dormitórios domina. E não é por acaso. Ele atende tanto o comprador de moradia permanente quanto o investidor que quer rentabilizar com temporada. É difícil encontrar na região outro produto que tenha essa dupla funcionalidade com tanta eficiência.

Empreendimentos como Eagle Beach Residencial, Rhodes, Breeze Tower, Sunset Tower, Cill Tower, Tenerife Residence, Bali Beach Home Club, Massimo e Ibiza Beach Club representam o que há de mais ativo em Piçarras agora. Cada um com um posicionamento diferente, mas todos dentro de uma faixa que o mercado está absorvendo bem.

Se quiser entender melhor como a cidade está estruturada para quem vai investir, tem um conteúdo que preparei especificamente sobre os melhores bairros para investir em Piçarras em 2026 que vale muito a leitura antes de tomar qualquer decisão.

 

As três forças que vão mover o mercado no segundo semestre de 2026

Na minha visão, existem três movimentos que vão definir o que acontece no mercado no segundo semestre. E todos eles apontam para a mesma direção.

O primeiro é a valorização acumulada.

A projeção de 30% de valorização até 2026 não é uma promessa de ninguém. É o reflexo de infraestrutura chegando, de novos negócios abrindo, de turismo crescendo.

Piçarras já tem 100% da orla com Bandeira Azul e recebe mais de 600 mil turistas por verão. Esse fluxo se transforma em demanda por imóvel.

O segundo é o novo perfil de comprador. Cada vez mais vejo pessoas de São Paulo, Curitiba e Porto Alegre comprando aqui com intenção de moradia permanente ou semipermanente.

O home office normalizou isso. Esse comprador tem ticket médio maior, exige qualidade de acabamento e valoriza a localização no litoral de verdade, não só no nome.

O terceiro é a escassez de terrenos bem localizados.

Piçarras tem uma geografia que limita a expansão. Quem compra hoje num empreendimento bem posicionado está comprando algo que, em poucos anos, vai ser difícil de replicar na mesma fraixa de preço.

Inclusive, se você quiser entender como esse crescimento das cidades litorâneas está se consolidando em dados mais amplos, tem um artigo aqui no blog que fala exatamente sobre isso: tendências do mercado imobiliário e o crescimento das cidades litorâneas.

 

O que eu recomendo para quem está decidindo agora

 

Sinceramente, eu não recomendaria esperar. Não porque estou querendo vender, mas porque já vi esse mercado mudar rápido demais.

Em 2022, R$ 800 mil comprava um apartamento de 3 dormitórios com boa localização em Piçarras. Hoje esse mesmo produto está na faixa de R$ 1,1 milhão a R$ 1,3 milhão.

Quem esperou ficou para trás no preço.

Para quem quer comprar para morar, o segundo semestre tende a ter um ritmo mais calmo que o verão, com vendedores mais flexíveis e menos disputa por visita. É um bom momento para negociar com mais tranquilidade.

Para quem quer investir pensando em renda com temporada, o foco deveria estar em empreendimentos com área de lazer diferenciada e gestão de locação integrada.

Você vai gostar de ver o que alguns dos projetos aqui em Piçarras estão oferecendo nesse sentido.

E olha, se você está chegando em Piçarras pela primeira vez, também vale conhecer o que está crescendo na cidade além dos imóveis, como o novo Mercado Kock em Piçarras, que diz muito sobre o desenvolvimento do comércio local e a qualidade de vida que a cidade está construindo.

Para quem está planejando decorar o apartamento depois da compra, também já tem conteúdo preparado sobre tendências de decoração 2026 com móveis multifuncionais que fazem muito sentido para apartamentos no litoral.

Realmente, o litoral norte de SC em 2026 não é mais aquele mercado de nicho que só quem morava aqui conhecia. Mas ainda tem gente chegando antes que a janela feche de vez.

Se você quer conversar sobre os números específicos do seu perfil, sobre qual empreendimento faz mais sentido pro que você busca, é só me chamar. Aqui na imobiliária a gente atende em Piçarras e em Gaspar, e os dados que eu tenho em mãos são dos mais completos que você vai encontrar no litoral norte.

Perguntas frequentes

1
Vale a pena comprar imóvel no litoral norte de SC em 2026?

Vamos lá: o que eu vejo aqui na região é uma demanda consistente, especialmente em Piçarras e Barra Velha, onde o preço ainda não chegou ao patamar de Balneário Camboriú. Na minha experiência, quem compra nessa faixa de mercado entre R$ 350 mil e R$ 700 mil tende a valorizar bem no médio prazo. Realmente vale a pena, mas o timing e a localização dentro da cidade fazem toda a diferença.

2
Os preços dos imóveis em SC vão subir ou cair no segundo semestre de 2026?

Olha só que bacana: mesmo com a taxa de juros mais alta, o litoral norte de SC não parou de receber procura. O que eu acompanho aqui em Piçarras e Penha é que a pressão de demanda sustenta os preços, especialmente em imóveis prontos para morar ou alugar por temporada. Queda generalizada eu não vejo no radar para essa região.

3
Quais são as melhores cidades do litoral norte de SC para investir em imóveis em 2026?

Na minha experiência, Piçarras e Barra Velha estão num momento interessante: infraestrutura crescendo, ticket médio ainda acessível e uma procura de temporada que aquece o retorno para quem aluga. Gaspar também aparece como opção sólida para quem busca imóvel residencial com perfil urbano, fora da orla. Realmente, cada cidade tem um perfil de comprador diferente e isso precisa estar alinhado com o seu objetivo.

4
Dá para usar FGTS ou Minha Casa Minha Vida para comprar imóvel no litoral de SC em 2026?

Vamos lá: o Minha Casa Minha Vida cobre imóveis até R$ 350 mil, e o FGTS pode ser usado em financiamentos de imóveis até R$ 1,5 milhão. O que eu vejo aqui na prática é que parte dos imóveis no litoral norte ainda se enquadra nessas faixas, principalmente apartamentos menores em Piçarras e Barra Velha. Vale a pena verificar o valor do imóvel antes de descartar esses recursos.

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Sobre a autora

Rafael Cassio é profissional (), atende online no Brasil e exterior. Se você precisa de um espaço seguro para falar sobre o que sente, agende sua sessão diagnóstico gratuita.

Rafael Cassio

Presente no mercado imobiliário em Balneário Piçarras desde 2011, sempre oferecendo as melhores opções para compra de imóveis, seja para investimento em lançamentos ou terreno até nos imóveis prontos que a cidade já possui.